

Entre tantas outras loucas propostas de Oiticica, uma delas foi a “Tropicália” (1967), era um jardim com pássaros vivos entre plantas, lado a lado com poemas objetos. Essa arte inspirou até o nome do movimento que ele participava na época: “A Tropicália” e os artistas “tropicalistas”. E depois que abandonou os quadro suas criações foram instalações como “Penetrável”, “O Grande Núcleo” e outros dessa fase que traziam o mesmo conceito de interação. A obra que os estudiosos dizem ter um pezinho na arte contemporânea é o “parangolé”. Foi realmente uma farra e deu até samba. Eu explico: A idéia dos Parangolés apareceu para Oiticica no momento que ele se envolveu com o samba e sua performance começou a ser projetado com a participação da comunidade. E o que são os parangolés?
“Parangolés são capas, estandartes, bandeiras para serem vestidas ou carregadas pelos participantes... As capas são feitas com panos coloridos (que podem levar palavras e fotos) interligados, revelados apenas quando a pessoa se movimenta. A cor ganha um dinamismo no espaço através da associação com a dança e música”.
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